Trofeu Maria Lenk 2017 | Rio de Janeiro, Brasil | Foto: RicardoBufolin/ECP

Luiz Altamir de olho no Open 2017

 Nadador explica como treina para provas de meio fundo e fala sobre a vida fora das piscinas, na faculdade de nutrição

Nadar provas de meio fundo pode ser um desafio para alguns atletas, principalmente devido as divisões de prova e a velocidade empregada em cada parcial. Luiz Altamir, atleta do EC Pinheiros, é especialista na distância, e possui algumas características específicas, que favorecem sua alta performance.

“As características do Altamir, assim como atletas de meio fundo, é a resistência e ritmo, os velocistas têm mais explosão e velocidade. Meio fundistas treinam mais volume e velocistas o contrário”, diz André Ferreira, o Amém, técnico de Altamir.

Representante do Brasil na Rio 2016 nos 400m livre e no revezamento 4×200 m livre, o nadador conta que o segredo para provas desse tipo é saber dosar a velocidade e usar sua força total na hora certa. “Provas de meio fundo são minha grande paixão. Você precisa ter uma estratégia montada desde o momento em que cai na água. Estratégia é fundamental”, conta.

O nadador, que se prepara para o Troféu Open marcado para dezembro no Rio de Janeiro, está em uma nova fase de sua vida. Aos  21 anos, o medalhista olímpico da Juventude, começou a cursar nutrição e se prepara para entrar para a Marinha. Esses  acontecimentos o deixam ainda mais motivado e preparado para que seus próximos objetivos sejam alcançados.

“Estou adorando a faculdade, ela me ajuda a equilibrar as coisas e não pensar só em natação 24 horas. Estou focado e preparado para as próximas competições e ao mesmo tempo aprendendo coisas muito novas e interessantes”, finaliza o atleta, que é natural de Roraima e foi criado no Ceará.