Trofeu Maria Lenk 2017 | Rio de Janeiro, Brasil | Foto: RicardoBufolin/ECP

Os planos de Luiz Altamir para o ciclo olímpico de Tóquio 2020

Nadador olímpico comemora evolução logo no inicio de trabalho pelo E.C. Pinheiros

O nadador olímpico Luiz Altamir completa, nesta terça-feira (9), 21 anos de idade e mesmo ainda muito novo já traçou seus objetivos para a carreira profissional. Natural de Roraima, mas criado no Ceará, o atleta tem planos bem definidos para o ciclo olímpico de Tóquio 2020, como viagens de treinamento para o exterior, camp de altitude e disputar competições internacionais. O especialista em provas de fundo e meio fundo – 400 m livre, 200 m livre e 200 m borboleta – quer investir na sua carreira com apoio de seu novo clube desde janeiro de 2017, o E.C. Pinheiros, de Sao Paulo.

”Faz parte do meu dia-a-dia buscar o melhor, sempre. Isso inclui investir em competições no exterior e treinamentos diferenciados, tudo é claro supervisionado pela minha comissão técnica. Busco sempre ver meus adversários nadando de perto, o que agrega muito ao meu trabalho. Quero estar em Tóquio 2020 e não vou deixar a oportunidade escapar”, disse Luiz Altamir, que pretende nadar as etapas de Barcelona e Canet do Marenostrum, tradicional competição europeia da modalidade.

Na semana passada, o atleta faturou quatro medalhas na disputa do Troféu Maria Lenk 2017, disputado no Rio de Janeiro (RJ), e ajudou o E.C. Pinheiros a ser o campeão brasileiro mais uma vez. Luiz Altamir fechou o evento com o ouro nos 200 m livre e a marca de 1min48s16, o seu recorde pessoal na distância. As outras medalhas foram a prata nos 400 m livre (3min50s49), a prata no 4×200 livre masculino (7min17s27), com o time do Pinheiros, e o bronze nos 200 m borboleta (1min57s15).

Recentemente, Luiz Altamir deixou o Flamengo e se mudou para a capital paulista. O treinamento é diferente, a rotina também. ”Meu treinamento é voltado para fazer o início de prova tão forte quanto o fim. Mesmo com pouco tempo de trabalho no E.C. Pinheiros, eu já consigo sentir a diferença nesse sentido. Aos poucos as melhores marcas vão saindo, como nos 200 m livre. Não posso deixar de agradecer o trabalho no Rio de Janeiro, que me fez alcançar a vaga na Rio 2016 e as medalhas na Olimpíada da Juventude de Nanjing 2014 e no Pan de Toronto 2015”.

Fora das piscinas, o nadador faz um curso preparatório para o vestibular. O curso ainda não está definido, mas a dedicação e desempenho aos estudos não faltam.

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